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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Cadeirão de Alimentação: A Busca

Postado por Lívia Andrade às segunda-feira, janeiro 27, 2014 0 comentários
Oi gente! Faz tempo que não venho aqui falar sobre a introdução de sólidos, hein?!!

No último post sobre a introdução de sólidos, fiquei devendo falar sobre a escolha do Cadeirão!

Pois bem. O mercado está cheio de opções, de vários preços, de várias formas. Mas barato e bom é difícil, viu?! Não é uma busca fácil, mas é bem necessária.

Quando comprei o carrinho e o bebê-conforto, eu confesso que não liguei muito para o preço, mais para conforto e praticidade. Mas aí o cadeirão vem depois que você já comprou muita coisa e quando o bebê nasce, aí é que vem mais gastos: roupas, leite, fraldas, pomadas para assaduras! E tudo isso gasta muito e você vai ficando liso. Se você não comprou o cadeirão logo, pode ser que agora a verba esteja muito curta para ele. Foi isso que aconteceu aqui!

Eu demorei a tomar a decisão para comprar o cadeirão, porque eles são recomendados para crianças acima de 6 meses. Só que no fim dos 4 meses de Henrique, comecei a notar que ele parava de comer porque cansava da posição, sentado em nossos colos. Além disso, ele começou a ficar na posição sentadinho quando com apoio. E aí, pensei, se alguns bebês de 6 meses não sentam com apoio e se Henrique tem tamanho de bebê de 6 meses e já senta com apoio, porque que o Cadeirão não é indicado pra ele, ainda?

Comprei com o intuito de colocar Henrique só pra comer, nada de colocar pra brincar (coisa que aconteceu depois que ele completou 6 meses sem problemas e é ótimo para eu fazer a minha refeição com calma!).

Bem, decido comprar, pensei o que era mais importante. Tenho pouco espaço, queria um que ficasse o menor possível. Mas, como falei acima a grana era pouca, portanto, a procura foi grande!!

Por onde começar?! Melhor do que bater muita perna por toda a cidade, é conhecer os modelos pela internet. Em blogs e lojas do ramo encontrei vários modelos e muitos preços!

O que mais encontrei por aí foi o Polly Dupla Fase, da Chicco:

http://vidamaterna.com/cadeira-para-alimentacao-polly-dupla-fase-chicco/

A Michelle, do Blog Vida Materna, fez uma resenha detalhada deste cadeirão, que custa em torno de R$ 700,00 . De fato, parece ser excelente e facilmente encontrado nas lojas. Mas era caro demais para o que eu queria. Se eu tivesse toda essa grana, aproveitaria e compraria o Polly Magic, da Chicco:














Esse cadeirão é incrível! Custa em torno de R$ 800,00 a R$ 900,00 (a depender da loja que você procurar). Ele tem um encosto para quando o bebê é menor e é superrrr acolchoado, isso foi o que mais me atraiu. Além disso, reclina e tem móbile, funções boas para quem deixa o bebê dormir no cadeirão. Pode ser usado como espreguiçadeira, quando o bebê tiver menos de 6 meses. Para crianças acima de 12 meses pode ser usada como cadeira. Possui 6 regulagens de altura, se adequando a qualquer mesa. É linda e ocupa pouco espaço (o tamanho normal).

Outro modelo que eu me apaixonei, mas que ocupa mais espaço, é o Tatamia, da Peg Pérego, que tem até função de balanço:


Só que ele custa em torno de R$ 1000,00 (mil reais).

Mas, aí, a realidade bate a minha porta e meu marido me faz sair do mundo dos sonhos, vetando a compra desses sonhos de consumo.

Cheguei a estar determinada a comprar um caro, o Nano, da Bloom, mas ele estava indisponível na BBTrends:

Como o mais importante pra nós era espaço, se tivesse encontrado, tinha comprado. Ele só tinha a venda o de mostruário no site, mais aí tem o frete e o prazo de entrega e não quis esperar e pagar mais. Era em torno de R$ 700,00, mas fui consultar no site da BBtrends e nem tem mais! É uma pena, não sei mais onde vende aqui no Brasil, alguém sabe?
Ele fica muito pequeno e seria ótimo para nosso apartamento pequenino!

Pois é, já que não tinha ele na BBtrends, do Shopping Rio Mar - Recife, aproveitei para ver outros modelos que tinham lá e encontrei o da Safety 1st, Adaptable Blue:


O Tecido é semelhante ao da Polly Dupla Fase da Chicco, tem 6 regulagens de altura, 3 posições para reclinar, suporta até 23 kg. Possui 2 bandejas removíveis e cinto de segurança de 5 pontas (como quase todas). O preço era em torno de R$ 350,00. Meu marido não consegui ver algo de diferente entre esses e os outros que tínhamos visto nas lojas físicas. De fato na loja não vimos nada de diferente, além da estética.

O custo x benefício foi ótimo. A cadeira é facilmente lavável e segura. Consigo abri-la com Henrique nos braços e ele se sente confortável nela.

O único problema (que no início era muito ruim) é que há uma bandeja que não é removível. Colocar Henrique no início era difícil, agora ele se acostumou. Mas, vamos falar a verdade, essa cadeira custou metade do preço das outras que vimos, portanto, a economia valeu a pena.

Olha só Henrique nela:

Olha a carinha de abusado que ele fica quando vamos colocamos o babador! Quando vê a colher cheia de comida, a coisa melhora!! ahahahahah

Para quem ainda vai comprar e tem condições de investir em algo mais caro, compre uma que a bandeja sai, para que você possa recoloca-la depois que o bebê já está nela. Mas veja se colocar a bandeja é seguro com o bebê se mexendo todinho, porque se não for, é mais fácil ele levar um tempinho para se acostumar entrando por cima da cadeira, do que a gente ficar toda tensa para colocar a bandeja.

Isso porque é outro ponto negativo dessa cadeira, mas também de todas as outras que vi: colocar o cinto com a criança mexendo e colocando a mão não é fácil. Fico com medo, pois já levei uns beliscões e até um leve corte no dedo com o cinto e acho que, se fosse o dedo do meu filho, não seria difícil de torar! Sério!!!! Portanto, a hora de colocar o cinto deve ser sempre uma hora de muita atenção.

Ainda assim, recomendo essa cadeirão (com todas as observações acima).  Como já falei, não é fácil comprar um bom cadeirão barato, mas esse nos satisfaz!

Para quem quiser conhecer outros modelos, deixo abaixo dois bons artigos que encontrei na época da busca:

Viver Bem Bom - Cadeirão de Alimentação de Bebê: Qual o Melhor Modelo?
Just Real Moms - Cadeirão de Alimentação: Qual escolher?
 
Boa semana e Beijocas.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Testes: Sabonetes infantis!

Postado por Lívia Andrade às quarta-feira, dezembro 18, 2013 2 comentários


 
Eu já tinha falado sobre sabonetes que uso em Henrique desde que ele nasceu no instagram e no facebook, antes de criar o blog. Os sabonetes tinham sido o Granado, em barra (em torno de 3 reais) e o líquido ( em torno de 8 reais e 7 reais o refil), e o Natura.
O da Natura mamãe bebê em barra não cheguei a usar nele (2 unidades por R$ 14,99). No dia que fui usar, testei nos meus olhos, pois vi uma mãe falando que ardia muito! Fato! Meus olhos ficaram vermelhos e ardendo um bocado e mesmo depois de meia hora ainda permanecia o incomodo! Henrique não chegou a usar, claro!!!
Os da Granado estão aprovadíssimos e amooo de paixão o de LAVANDA. Usando ele, nem precisa usar perfume em Henrique!!! Perfeito, limpa, espuma, cheira muito bem!! O líquido rende bem mais do que o em barra! Como o líquido tem aplicador, bastando a gente pressionar para sair o sabonete e ainda vende o refil, o preço fica ótimo
Outro que nos demos muito bem foi o Johnson's (R $ 10,90):
 
Embora sempre encontre quem reclame dele, aqui não apresentou alergia, sensibilidade e não arde nos olhos. Cheira bem também e tem bom preço!!! Nada a reclamar. Mas meu coração ainda bate mais forte pelo Granado Lavanda, meu preferido!
 
http://www.higieneintima.com.br/produtos/infantil/
Só que Henrique teve brotoejas sérias no pescoço, devido ao peso, ao calor e só passou com pomada com corticoide! Então, resolvi comprar o Dermacyd infantil que, segundo o fabricante:

"Sua fórmula exclusiva é diferente dos outros sabonetes infantis: Dermacyd® Infantil contém o exclusivo complexo ácido láctico com lactoserum, que garante uma proteção extra para a pele e a mucosa de seu filho, pois respeita o pH natural da pele infantil, mantendo-a mais saudável e ajudando a prevenir algumas doenças de pele mais comuns na infância, como assaduras, brotoejas, alergias, etc."

Como o preço é bem mais salgado (R$18,99 na BigBen) uso apenas no pescoço e nas mãozinhas (que sempre vão à boca)!
E não é que de fato ele ajuda contra as assaduras!!! Elas não voltaram mesmo bem depois de ter parado o uso da pomada de corticoide e maneirar no uso das pomadas contra assaduras que vinham manchando um pouco as roupinhas!

Adorei e agora usarei sempre no pescocinho de Henrique!!

Por fim, outro sabonete que iniciei o uso e estou terminando o frasco agora foi o Recém-Nascido Huggies. Comprei apenas pela embalagem, já que o sabonete sai em espuma e facilita na hora de usar uma mão só para dar um banho, já que a outra segura nossos tesouros!!!
Vi a dica que depois de terminado o pote você pode colocar metade de sabonete (qualquer um, no meu caso o de lavanda da granado que amo) e metade água e fará espuma do mesmo jeito! Vou testar e depois conto. De toda forma, o sabonete huggies é ótimo e o único problema é o preço mais salgado, especialmente quando se considera o tamanho da embalagem (150 mls) - R$ 18,90 no Walmart (na internet, encontrei o preço varia de 13 a 21 reais). O da granado, por menos da metade do preço vem 250 mls!!


E por aí?! Qual está dando certo? Qual deu problemas?!!

Beijocas e até sexta com o resultado do sorteio!! 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Introdução dos Sólidos na prática - Parte 1

Postado por Lívia Andrade às quinta-feira, dezembro 05, 2013 2 comentários
Henrique completou 4 meses e a indicação das pediatras dele foi que iniciássemos a introdução dos sólidos, já que ele não toma leite materno (odeio dizer que ele toma fórmula, pois acho um pouco preconceituoso dizer que não amamento meu filho e prefiro dizer que amamento na mamadeira, embora o mundo diga o contrário!).

Eu adorei a notícia e já vinha me preparando pra isso! Porque adorei a notícia? Porque há um mês Henrique vem diminuindo muito a quantidade que mama devido aos dentinhos querendo nascer e a dificuldade em sugar. Ele chora e recusa muito a mamadeira. Teve dia de só tomar duas mamadeiras! E por mais que todo mundo diga que ele tem reservas, não é bom pra nenhuma mãe ver seu filho que antes era um guloso, tomar apenas 300 e poucos mls por dia!

O segundo motivo é porque desde os 7 dias de vida Henrique teve sempre um ganho de peso muito acima da média o que o fez ser considerado obeso desde a 2ª consulta. Embora isso fosse preocupante e me fizesse sempre ter cuidado em dar as mamadas apenas de 3 em 3 horas até os 3 meses e depois partir logo para a rotina de 4 em 4 horas (que ele mesmo foi pra isso, não eu que impus), as pediatras tentavam me acalmar com o fato de que quando introduzíssemos os sólidos, ele regularia o peso!

Pois bem! Me preparei de 3 formas para a introdução dos sólidos:
1. Ouvindo bem a Pediatra. (isso é o mais importante!!)
2. Lendo o capítulo específico do Livro A Encantadora de Bebês e alguns artigos que achei no 'Dr. Google' mesmo, para ver a experiências de outras mães.
3. Comprando o que iria me ajudar nessa introdução, em termos de utensílios.

Da leitura do livro, considerei mais importante as seguintes dicas:
->  Introduzir um alimento por semana pela manha. Estando tudo bem, colocá-lo para outro horário do dia. Isso ajuda a verificar qualquer alergia alimentar ou reação, como gases.
-> Pense, antes de iniciar a introdução dos sólidos, as regras que você quer para o bebê à mesa:
Pensei bem e não quero uma regra além de que COMER deve ser algo divertido, não tão cheio de regras que possa se tornar um momento chato ou frustrante para Henrique.
Então, adotei algumas dicas da Encantadora de Bebês: não regular ele o tempo todo, se ele quer pegar na comida pega, se quer pegar a colher eu dou (e pego outra, por isso é importante ter várias ao lado), não limpar ele o tempo todo. Ele está aprendendo a comer e depois isso vai passar, agora é importante que ele primeiro aprenda A comer, depois COMO comer.
-> Os sinais que o bebê dá que já está pronto para a introdução dos sólidos (que ela considera que deve ser feita apenas a partir dos 6 meses, mas relativiza alguns casos após os 4 meses):
I. O bebê parece mais faminto que o habitual?
- no caso de Henrique sim, até porque ele não consegue sugar a mamadeira sem dor.
II. O bebê acorda no meio da noite querendo mamar?
- sim, mas isso nunca me incomodou e nessa fase era o único horário que ele comida direito. Acho que isto se torna um sinal quando não acontecia e passa a acontecer.
III. O bebê perdeu o reflexo de protrusão da língua? Ela aconselha colocar uma colher na boca do bebê e ver como ele reage - lembre-se de usar uma colher esterilizada, apropriada e exclusiva para o bebê.
- eu fiz com Henrique uma semana antes de iniciar a introdução dos sólidos e ele reagiu bem, abrindo a boca para a colher e não empurrando-a com a língua.
IV. O bebê olha quando você está comendo, como se dissesse "Ei, quando eu ganharei um pouco disso aí?"
- isso acontecia muito e quando li isso no livro até ri por identificar bem como ele já fazia isso!
V. O bebê consegue ficar sentado sem se apoiar?
- Ainda não, mas nesse caso apenas não o coloco em caldeirão ou bolsão, dou a comida com ele no meu colo. Isso não é absoluto, até porque muitos bebês de 6 meses ainda não sentam.
IV. O bebê tenta pegar as coisas e colocá-las na boca?
- Henrique faz isso há algum tempo e agora faz super bem.

O que comprei para começarmos esse início?

 

Eu já tinha ganho 2 pratinhos, um copinho, babadores de plásticos e com cata migalha (tem uma foto dele lá no fim da página), um kit com 2 colheres e uma redinha para frutinhas.






As colheres mancharam com o uso do mamão e são um pouco grandinhas para Henrique ainda. Mas como possuem as pontas maleáveis, serão ótimas para quando ele mesmo estiver aprendendo a usar a colher.
A redinha foi determinante nesse processo inicial da introdução dos sólidos e recomendo todo mundo ter. Também ajudam a coçar a gengivinha do bebê.

O que comprei:

Kit de colheres, um da Tommee Tippee e outra da Munchkin:



 

Ainda não usei o da Tomme Tippee que é grande pra boquinha dele.
Estou usando o da Munchkin que é ótimo, leve, tamanho ideal, a colher fica branca se a comida está quente. Só que o mamão já manchou uma das colheres também...

Pratos com tampa que aguentam ir para o micro-ondas da NUK, um fundo e um raso:












Esses pratinhos são ótimos até pras saídas, porque você coloca as colheres dentro, fecha e sai! Pode até colocar um alimento, como uma frutinha (fiz isso com ameixa). Bem prático. E a comida não fica escorregando demais neles. Adorei!

O fato de irem ao micro-ondas é um diferencial porque, para não amadurecerem logo, aqui as frutas ficam na geladeira e as vezes coloco 10 segundinhos para esquentar, pois Henrique acha ruim geladinha demais.

Agora, acabei de encomendar às meninas da Encomenda Amiga os seguintes produtos:

1. Potes para guardar alimentos:


Decidi comprar porque os alimentos que ficam na geladeira não podem ficar em qualquer pote, estes precisam ser livres de BPA.
Além disso, preciso para saídas mais demoradas, pois nem tudo cabe dentro dos pratinhos.
Esses são ótimos porque quando Henrique estiver aprendendo a comer, tem ventosas no fundo para não cair facilmente da mesa!!


                             


2. Bolsa térmica:



Quando se vai levar apenas uma fruta, qualquer papel alumínio resolve, mas quando se vai levar almoço, tem que ter uma bolsinha térmica. E quando se vai levar 3 refeições...se precisa muitoooo!!!




Na próxima semana contarei quais os primeiros alimentos que estamos oferecendo a Henrique e como está a aceitação.


 
Beijocas. 
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