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terça-feira, 19 de agosto de 2014
Totseat: O Cadeirão que cabe na bolsa
Quando ganhei de presente um Totseat fiquei completamente encantada. Um simples pedaço de tecido promete (e cumpre!) transformar qualquer cadeira num lugar seguro para nosso bebê e numa cadeira de alimentação portátil.
Não é incrível que um pedaço de pano que fica enroladinho numa bolsinha pequena e cabe em qualquer bolsa, podendo ser levado para qualquer lugar se transforme assim:
Com o totseat, nada de levar cadeirões portáteis ou mesmo a cadeira enorme de um lado para outro.
Basta colocar o tecido na cadeira e colocar o bebê. Há um cinto de regulagem para ajustar conforme o bebê for crescendo e para que ele fique sempre firme e seguro e serve para todos os modelos de cadeiras:
Henrique se sente super independente no Totseat! Levo em viagens e saídas, é muito prático.
Como é todo de tecido, pode ser limpo facilmente!
É sempre bom lembrar que o bebê, principalmente quando for crescendo, poderá se mover com muita força para um dos lados e, por segurança, não deixe o bebê sozinho no totseat.
O meu totseat foi comprado fora do país, mas há lojas por aqui que vendem. Encontrei na Americanas por R$ 125,91.
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alimentação,
cadeirão
sábado, 10 de maio de 2014
Rotina de um recém-nascido
Quando
Henrique nasceu e não conseguimos a amamentação, soube que teria que
partir para a rotina de 3 X 3 horas.
Eu já tinha lido sobre ela no
livro A Encantadora de Bebês, só que adotá-la agora não era apenas uma
questão de querer impor uma rotina para facilitar as nossas vidas, mas
sim uma questão de saúde e realmente o controle ficou rígido após o
aumento de peso acelerado do meu bebê.
Esse foi o primeiro passo para se estabelecer uma rotina. A cada 3 horas Henrique chorava como um reloginho, pedindo comida. Mesmo que estivesse dormindo, raramente ele deixava de acordar para pedir o leite.
Para ajudar no controle, anotava o horário de início da mamada sempre. Também anotava horários em que fazia cocô e xixi, já que Henrique chegou a ter uma leve prisão de ventre e ficou sem fazer xixi por um dia, quando das tentativas de amamentação.
Como ele tomava muito leite desde
cedo, minha preocupação era não deixá-lo dormir na mamada, para que ele
mamasse tudo que precisava e rejeitasse a madeira (empurrando-a), evitando que ele
passasse a pedir novamente o leite antes das 3 horas, por ter
adormecido no meio da mamada, sem tomar tudo que ele precisava. As Pediatras sempre recomendam esse cuidado, além de pedir que sempre sobre leite na mamadeira (o bebê solta a mamadeira quando está satisfeito), evitando, inclusive, que o bebê sugue o ar da mamadeira (e depois sofra mais ainda com gases). Para isto, você pode alisar as mãos do bebê e ficar conversando com ele. A Encantadora de Bebês rejeita pegar nos pés do bebê, pois isso o assusta e eu realmente sempre procurei evitar - se a gente não gosta de cócegas nos pés, imagina o bebê?!!
Rotina, pra mim, é aquilo que se faz com habitualidade. Adotar toda a rotina do EASY que a Encantadora de Bebês sugere é quase impossível, mas adotar a alimentação de 3 em 3 horas foi regra aqui. O resto eu tentava seguir!
Além do controle da alimentação, o que tínhamos de habitual era que meus pais pegavam Henrique todas as manhãs, para eu descansar da noite cansativa.
Foi assim durante 1 mês e meio: Henrique
chorava umas 5 ou 6 horas da manhã querendo mamar, eu dava a mamada, o
arrumava e minha mãe vinha pegá-lo no quarto. Eles (especialmente minha mãe) ficavam com Henrique
até umas 8 ou 9 horas da manhã, mantendo-o acordado a maior parte do
tempo, fazendo exercícios para gases, conversando e, quando necessário,
dando a mamadeira.
Hoje eu me arrependo um pouco disso. Embora fosse fundamental para eu descansar e aguentar o dia que estava só começando e eu já morrendo de sono, isso, acredito, ajudou Henrique a ter o hábito de acordar cedo e acordar com todo o gás, querendo logo sair do quarto! Mas eu não sei se teria condições físicas e mentais de ter feito diferente.
Do controle de alimentação, surgiu a rotina de higiene do bebê, que aprendi também com o curso on-line de maternidade que fiz na Bebe - Abril e a rotina da Encantadora de Bebês. Após todas as mamadas de 3 horas, trocava a fralda e como a fralda anterior normalmente tinha vazado, trocava a roupa. Muitas vezes Henrique tinha dormido durante os 15 minutos que eu esperava para ele arrotar e não gofar quando eu o deitasse, mas mesmo assim eu trocava a fralda, o que normalmente o fazia acordar e fazer alguma atividade, seguindo a rotina EASY (alimentação-atividade-sono-tempo para a mamãe).
Nesses primeiros 45 dias, como morávamos numa cidade fria, o banho de Henrique era programado para as 15 horas. Mas esse horário não era rígido, dependia do horário da mamada anterior. O banho era dado entre as mamadas num horário que não ficasse nem muito próximo da primeira, a ponto de provocar o gofo, nem muito tarde, a ponto de deixá-lo irritado de fome. Até por este motivo, as vezes, tinha que acordá-lo para o banho.
Assim, a rotina de Henrique ficava assim:
00h ou 01h - mamada
03 ou 04h - mamada
06 ou 07h - mamada
horário da vovó
09 ou 10h- mamada
12 ou 13h- mamada
15 ou 16h- mamada
Banho
17 ou 18h- mamada
19 ou 20h- mamada
22 ou 23h- mamada
Hoje eu me arrependo um pouco disso. Embora fosse fundamental para eu descansar e aguentar o dia que estava só começando e eu já morrendo de sono, isso, acredito, ajudou Henrique a ter o hábito de acordar cedo e acordar com todo o gás, querendo logo sair do quarto! Mas eu não sei se teria condições físicas e mentais de ter feito diferente.
Do controle de alimentação, surgiu a rotina de higiene do bebê, que aprendi também com o curso on-line de maternidade que fiz na Bebe - Abril e a rotina da Encantadora de Bebês. Após todas as mamadas de 3 horas, trocava a fralda e como a fralda anterior normalmente tinha vazado, trocava a roupa. Muitas vezes Henrique tinha dormido durante os 15 minutos que eu esperava para ele arrotar e não gofar quando eu o deitasse, mas mesmo assim eu trocava a fralda, o que normalmente o fazia acordar e fazer alguma atividade, seguindo a rotina EASY (alimentação-atividade-sono-tempo para a mamãe).
Nesses primeiros 45 dias, como morávamos numa cidade fria, o banho de Henrique era programado para as 15 horas. Mas esse horário não era rígido, dependia do horário da mamada anterior. O banho era dado entre as mamadas num horário que não ficasse nem muito próximo da primeira, a ponto de provocar o gofo, nem muito tarde, a ponto de deixá-lo irritado de fome. Até por este motivo, as vezes, tinha que acordá-lo para o banho.
Assim, a rotina de Henrique ficava assim:
00h ou 01h - mamada
03 ou 04h - mamada
06 ou 07h - mamada
09 ou 10h- mamada
12 ou 13h- mamada
15 ou 16h- mamada
Banho
17 ou 18h- mamada
19 ou 20h- mamada
22 ou 23h- mamada
Logo
com alguns dias, infelizmente não sei dizer quando, a noite, Henrique
passou a intervalar uma das mamadas com umas 5 horas. E esse horário
acima variou um pouco.
Mas, mudança de rotina mesmo, tivemos quando fomos
para Recife, quando Henrique tinha 1 mês e meio, mas isso, é assunto
para o próximo post de Rotinas.
Beijocas e boa semana.
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alimentação,
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higiene,
rotina
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Cadeirão de Alimentação: A Busca
Oi gente! Faz tempo que não venho aqui falar sobre a introdução de sólidos, hein?!!
No último post sobre a introdução de sólidos, fiquei devendo falar sobre a escolha do Cadeirão!
Pois bem. O mercado está cheio de opções, de vários preços, de várias formas. Mas barato e bom é difícil, viu?! Não é uma busca fácil, mas é bem necessária.
Quando comprei o carrinho e o bebê-conforto, eu confesso que não liguei muito para o preço, mais para conforto e praticidade. Mas aí o cadeirão vem depois que você já comprou muita coisa e quando o bebê nasce, aí é que vem mais gastos: roupas, leite, fraldas, pomadas para assaduras! E tudo isso gasta muito e você vai ficando liso. Se você não comprou o cadeirão logo, pode ser que agora a verba esteja muito curta para ele. Foi isso que aconteceu aqui!
Eu demorei a tomar a decisão para comprar o cadeirão, porque eles são recomendados para crianças acima de 6 meses. Só que no fim dos 4 meses de Henrique, comecei a notar que ele parava de comer porque cansava da posição, sentado em nossos colos. Além disso, ele começou a ficar na posição sentadinho quando com apoio. E aí, pensei, se alguns bebês de 6 meses não sentam com apoio e se Henrique tem tamanho de bebê de 6 meses e já senta com apoio, porque que o Cadeirão não é indicado pra ele, ainda?
Comprei com o intuito de colocar Henrique só pra comer, nada de colocar pra brincar (coisa que aconteceu depois que ele completou 6 meses sem problemas e é ótimo para eu fazer a minha refeição com calma!).
Bem, decido comprar, pensei o que era mais importante. Tenho pouco espaço, queria um que ficasse o menor possível. Mas, como falei acima a grana era pouca, portanto, a procura foi grande!!
Por onde começar?! Melhor do que bater muita perna por toda a cidade, é conhecer os modelos pela internet. Em blogs e lojas do ramo encontrei vários modelos e muitos preços!
O que mais encontrei por aí foi o Polly Dupla Fase, da Chicco:
A Michelle, do Blog Vida Materna, fez uma resenha detalhada deste cadeirão, que custa em torno de R$ 700,00 . De fato, parece ser excelente e facilmente encontrado nas lojas. Mas era caro demais para o que eu queria. Se eu tivesse toda essa grana, aproveitaria e compraria o Polly Magic, da Chicco:

Esse cadeirão é incrível! Custa em torno de R$ 800,00 a R$ 900,00 (a depender da loja que você procurar). Ele tem um encosto para quando o bebê é menor e é superrrr acolchoado, isso foi o que mais me atraiu. Além disso, reclina e tem móbile, funções boas para quem deixa o bebê dormir no cadeirão. Pode ser usado como espreguiçadeira, quando o bebê tiver menos de 6 meses. Para crianças acima de 12 meses pode ser usada como cadeira. Possui 6 regulagens de altura, se adequando a qualquer mesa. É linda e ocupa pouco espaço (o tamanho normal).
Outro modelo que eu me apaixonei, mas que ocupa mais espaço, é o Tatamia, da Peg Pérego, que tem até função de balanço:
Só que ele custa em torno de R$ 1000,00 (mil reais).
Mas, aí, a realidade bate a minha porta e meu marido me faz sair do mundo dos sonhos, vetando a compra desses sonhos de consumo.
Cheguei a estar determinada a comprar um caro, o Nano, da Bloom, mas ele estava indisponível na BBTrends:
Como o mais importante pra nós era espaço, se tivesse encontrado, tinha comprado. Ele só tinha a venda o de mostruário no site, mais aí tem o frete e o prazo de entrega e não quis esperar e pagar mais. Era em torno de R$ 700,00, mas fui consultar no site da BBtrends e nem tem mais! É uma pena, não sei mais onde vende aqui no Brasil, alguém sabe?
Ele fica muito pequeno e seria ótimo para nosso apartamento pequenino!
Pois é, já que não tinha ele na BBtrends, do Shopping Rio Mar - Recife, aproveitei para ver outros modelos que tinham lá e encontrei o da Safety 1st, Adaptable Blue:
O Tecido é semelhante ao da Polly Dupla Fase da Chicco, tem 6 regulagens de altura, 3 posições para reclinar, suporta até 23 kg. Possui 2 bandejas removíveis e cinto de segurança de 5 pontas (como quase todas). O preço era em torno de R$ 350,00. Meu marido não consegui ver algo de diferente entre esses e os outros que tínhamos visto nas lojas físicas. De fato na loja não vimos nada de diferente, além da estética.
O custo x benefício foi ótimo. A cadeira é facilmente lavável e segura. Consigo abri-la com Henrique nos braços e ele se sente confortável nela.
O único problema (que no início era muito ruim) é que há uma bandeja que não é removível. Colocar Henrique no início era difícil, agora ele se acostumou. Mas, vamos falar a verdade, essa cadeira custou metade do preço das outras que vimos, portanto, a economia valeu a pena.
Olha só Henrique nela:
Olha a carinha de abusado que ele fica quando vamos colocamos o babador! Quando vê a colher cheia de comida, a coisa melhora!! ahahahahah
Para quem ainda vai comprar e tem condições de investir em algo mais caro, compre uma que a bandeja sai, para que você possa recoloca-la depois que o bebê já está nela. Mas veja se colocar a bandeja é seguro com o bebê se mexendo todinho, porque se não for, é mais fácil ele levar um tempinho para se acostumar entrando por cima da cadeira, do que a gente ficar toda tensa para colocar a bandeja.
Isso porque é outro ponto negativo dessa cadeira, mas também de todas as outras que vi: colocar o cinto com a criança mexendo e colocando a mão não é fácil. Fico com medo, pois já levei uns beliscões e até um leve corte no dedo com o cinto e acho que, se fosse o dedo do meu filho, não seria difícil de torar! Sério!!!! Portanto, a hora de colocar o cinto deve ser sempre uma hora de muita atenção.
Ainda assim, recomendo essa cadeirão (com todas as observações acima). Como já falei, não é fácil comprar um bom cadeirão barato, mas esse nos satisfaz!
Para quem quiser conhecer outros modelos, deixo abaixo dois bons artigos que encontrei na época da busca:
Viver Bem Bom - Cadeirão de Alimentação de Bebê: Qual o Melhor Modelo?
Just Real Moms - Cadeirão de Alimentação: Qual escolher?
No último post sobre a introdução de sólidos, fiquei devendo falar sobre a escolha do Cadeirão!
Pois bem. O mercado está cheio de opções, de vários preços, de várias formas. Mas barato e bom é difícil, viu?! Não é uma busca fácil, mas é bem necessária.
Quando comprei o carrinho e o bebê-conforto, eu confesso que não liguei muito para o preço, mais para conforto e praticidade. Mas aí o cadeirão vem depois que você já comprou muita coisa e quando o bebê nasce, aí é que vem mais gastos: roupas, leite, fraldas, pomadas para assaduras! E tudo isso gasta muito e você vai ficando liso. Se você não comprou o cadeirão logo, pode ser que agora a verba esteja muito curta para ele. Foi isso que aconteceu aqui!
Eu demorei a tomar a decisão para comprar o cadeirão, porque eles são recomendados para crianças acima de 6 meses. Só que no fim dos 4 meses de Henrique, comecei a notar que ele parava de comer porque cansava da posição, sentado em nossos colos. Além disso, ele começou a ficar na posição sentadinho quando com apoio. E aí, pensei, se alguns bebês de 6 meses não sentam com apoio e se Henrique tem tamanho de bebê de 6 meses e já senta com apoio, porque que o Cadeirão não é indicado pra ele, ainda?
Comprei com o intuito de colocar Henrique só pra comer, nada de colocar pra brincar (coisa que aconteceu depois que ele completou 6 meses sem problemas e é ótimo para eu fazer a minha refeição com calma!).
Bem, decido comprar, pensei o que era mais importante. Tenho pouco espaço, queria um que ficasse o menor possível. Mas, como falei acima a grana era pouca, portanto, a procura foi grande!!
Por onde começar?! Melhor do que bater muita perna por toda a cidade, é conhecer os modelos pela internet. Em blogs e lojas do ramo encontrei vários modelos e muitos preços!
O que mais encontrei por aí foi o Polly Dupla Fase, da Chicco:
A Michelle, do Blog Vida Materna, fez uma resenha detalhada deste cadeirão, que custa em torno de R$ 700,00 . De fato, parece ser excelente e facilmente encontrado nas lojas. Mas era caro demais para o que eu queria. Se eu tivesse toda essa grana, aproveitaria e compraria o Polly Magic, da Chicco:
Esse cadeirão é incrível! Custa em torno de R$ 800,00 a R$ 900,00 (a depender da loja que você procurar). Ele tem um encosto para quando o bebê é menor e é superrrr acolchoado, isso foi o que mais me atraiu. Além disso, reclina e tem móbile, funções boas para quem deixa o bebê dormir no cadeirão. Pode ser usado como espreguiçadeira, quando o bebê tiver menos de 6 meses. Para crianças acima de 12 meses pode ser usada como cadeira. Possui 6 regulagens de altura, se adequando a qualquer mesa. É linda e ocupa pouco espaço (o tamanho normal).
Outro modelo que eu me apaixonei, mas que ocupa mais espaço, é o Tatamia, da Peg Pérego, que tem até função de balanço:
Só que ele custa em torno de R$ 1000,00 (mil reais).
Mas, aí, a realidade bate a minha porta e meu marido me faz sair do mundo dos sonhos, vetando a compra desses sonhos de consumo.
Cheguei a estar determinada a comprar um caro, o Nano, da Bloom, mas ele estava indisponível na BBTrends:
Como o mais importante pra nós era espaço, se tivesse encontrado, tinha comprado. Ele só tinha a venda o de mostruário no site, mais aí tem o frete e o prazo de entrega e não quis esperar e pagar mais. Era em torno de R$ 700,00, mas fui consultar no site da BBtrends e nem tem mais! É uma pena, não sei mais onde vende aqui no Brasil, alguém sabe?
Ele fica muito pequeno e seria ótimo para nosso apartamento pequenino!
Pois é, já que não tinha ele na BBtrends, do Shopping Rio Mar - Recife, aproveitei para ver outros modelos que tinham lá e encontrei o da Safety 1st, Adaptable Blue:
O Tecido é semelhante ao da Polly Dupla Fase da Chicco, tem 6 regulagens de altura, 3 posições para reclinar, suporta até 23 kg. Possui 2 bandejas removíveis e cinto de segurança de 5 pontas (como quase todas). O preço era em torno de R$ 350,00. Meu marido não consegui ver algo de diferente entre esses e os outros que tínhamos visto nas lojas físicas. De fato na loja não vimos nada de diferente, além da estética.
O custo x benefício foi ótimo. A cadeira é facilmente lavável e segura. Consigo abri-la com Henrique nos braços e ele se sente confortável nela.
O único problema (que no início era muito ruim) é que há uma bandeja que não é removível. Colocar Henrique no início era difícil, agora ele se acostumou. Mas, vamos falar a verdade, essa cadeira custou metade do preço das outras que vimos, portanto, a economia valeu a pena.
Olha só Henrique nela:
Olha a carinha de abusado que ele fica quando vamos colocamos o babador! Quando vê a colher cheia de comida, a coisa melhora!! ahahahahah
Para quem ainda vai comprar e tem condições de investir em algo mais caro, compre uma que a bandeja sai, para que você possa recoloca-la depois que o bebê já está nela. Mas veja se colocar a bandeja é seguro com o bebê se mexendo todinho, porque se não for, é mais fácil ele levar um tempinho para se acostumar entrando por cima da cadeira, do que a gente ficar toda tensa para colocar a bandeja.
Isso porque é outro ponto negativo dessa cadeira, mas também de todas as outras que vi: colocar o cinto com a criança mexendo e colocando a mão não é fácil. Fico com medo, pois já levei uns beliscões e até um leve corte no dedo com o cinto e acho que, se fosse o dedo do meu filho, não seria difícil de torar! Sério!!!! Portanto, a hora de colocar o cinto deve ser sempre uma hora de muita atenção.
Ainda assim, recomendo essa cadeirão (com todas as observações acima). Como já falei, não é fácil comprar um bom cadeirão barato, mas esse nos satisfaz!
Para quem quiser conhecer outros modelos, deixo abaixo dois bons artigos que encontrei na época da busca:
Viver Bem Bom - Cadeirão de Alimentação de Bebê: Qual o Melhor Modelo?
Just Real Moms - Cadeirão de Alimentação: Qual escolher?
Boa semana e Beijocas.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Introdução dos Sólidos na prática - Conhecendo a colher.
A Introdução dos Sólidos sempre me deu um pouco de medo. Lembro sempre de um amigo do trabalho que falava que fazia tudo com sua filha, trocava fraldas, limpava cocô, mas não dava comida.
Sempre me vinha a cabeça mais ou menos essa imagem:
Não foi por outro motivo que li tanto sobre o assunto, como já falei no primeiro post da série "Introdução dos Sólidos na Prática"!
O cardápio que a Pediatra indicou para Henrique era:
Mas como eu ia viajar no feriado, apenas 3 dias depois do início da introdução dos sólidos, decidi começar leve e apenas 1 das refeições ser frutinha. Quando retornasse do feriado, faria o cardápio completo.
O primeiro dia que ofereci um alimento sólido à Henrique foi 11/11/13 e, por indicação da pediatra, escolhi o mamão. O mamão é bem facilzinho de transformar em papinha, basta dar uma leve raspadinha e pronto, comida pronta!
Mas, coitado! Ele não sabia pra que serve a colher, não abria a boca, se estressou!!!
Esse foi o grande problema!!! Não era comer, mas sim entender pra que a colher servia, abrir a boca para que eu colocasse a colher.
Engraçado que a Pediatra tinha falado para eu colocar a comida no meio da língua, caso contrário, ele empurraria por reflexo. Tudo bem, eu até colocaria lá no meio da língua, desde que ele ABRISSE a boca!!! E não parecia algo que ele estava a fim de fazer! Mesmo quando ele abria um tiquinho, não tinha espaço para a colher entrar!!!
Mas imagina mesmo, você só come sugando um peito ou uma mamadeira, um bico de toda forma, só líquido e querem, de uma hora pra outra, que você coma numa colher, abrindo a boca para algo totalmente diferente, tanto cheiro, como formato e gosto! É bem difícil pra eles, não é?!
E eu já tava meio triste, mas aí, a santa Graça que me ajuda aqui em casa, me deu a ideia de dar um pedaço do mamão pra ele chupar e sentir o gosto!! Então, foi aí que usei a redinha:
Dei o pedacinho da fruta na redinha e ele apertava, se molhava todo, e eu com 'nojinho' do mamão. Até que Graça colocou a mão, e empurrou na boca dele e ele abriu a boca!!! Eh!!! Decidi deixar todo o meu nojo com certos alimentos de fora e colocar a mão na massa! E fiz isso, coloquei na boquinha dele e espremia!!! Ele então deu umas chupadas, umas mordidas, ficou todo sujo e ainda arrotou no final! Sinal que comeu bem, né?!! É, mais o maior sinal mesmo é depois, o cocô com o maior cheiro de mamão!! ahahahhaah
Nos 2 dias que se seguiram, fiz a mesma coisa, comecei com a colher, até ele se enfezar e eu ir pra redinha!! Sujeira feita, em seguida íamos para o banho!!!
No 4º dia, já no feriado, resolvi trocar a fruta e passei para a maça! Comprei aquela maça importada bem vermelha e, pra nossa sorte, bemmmm doce! Fomos logo para a colher e... Henrique abriu o bocão e comeu meia maçã. Isto, porque a maça era enorme e resolvi parar, afinal, tem toda a questão do teste de alergia - você deve começar com um pouco do alimento no primeiro dia, um pouco mais no segundo e no terceiro dia em diante, até sobrar no prato!!!
Gente, é incrível, ele abria o bocão e ia pra cima da maça! A partir daí, tudo foi farra! Ele não se suja quase, apenas da aguinha da fruta! Uma delícia!!! Ainda hoje é a fruta preferida!!!
Sei que já já esses dias de limpeza e calma na alimentação vão passar (já estão passando na verdade), por isso, enquanto isso, aproveito bastante!
Já que as coisas por aqui vão muito bem, as maiores dicas que posso dar para esse comecinho são:
1. Não tenha medo, o começo é bem mais fácil do que se imagina, basta apenas paciência.
2. Tenha a redinha. Realmente acredito que foi ela que fez Henrique entender que existe outros sabores além do leite! Além disso, a redinha será sempre útil, principalmente para ajudar a passar a coceira dos dentes!
3. Ofereça todos os alimentos (que a pediatra permitir) ao seu filho, independente se você gosta ou não. Meu paladar não é diversificado, mas o de Henrique já é muito mais que o meu, graças a isso. Não sou eu que determino o que ele come. Dentro do que ele pode, ele escolherá o que quer comer.
4. Não espere seu filho estar morto de fome para oferecer a comida. Ele estará faminto e se estressará muito mais fácil por não ter a mamadeira. Nem o deixe tão sem fome que não tenha interesse em provar a comida. O ideal para ele começar aceitar a colher, seria num horário entre as mamadas...
Nos dias seguintes, passei a notar que ele parava de comer principalmente porque cansava da posição, não porque não queria mais comer!!! E decidi comprar um cadeirão!!! O próximo post, será sobre essa busca pelo cadeirão bom e barato!! Difícil?! É sim!!! Muito!! Logo, logo conto por aqui!
Beijocas.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Introdução de Hábitos Saudáveis para o Bebê
![]() |
| Nathália Moura |
Bom dia! Hoje é um dia muito especial aqui no Mainhaholic, pois venho apresentar nossa Colaboradora, a Nutricionista linda e competente Nathália Moura.
Muito feliz com sua participação aqui no Blog Nathália, obrigada por dedicar um pouco do seu tempo para nós.
Aqui em casa estamos na fase de introdução dos sólidos e a primeira matéria dela aqui no blog não poderia ter uma assunto diferente, não é?
E nada melhor do que alguém que entende do assunto! Então, vamos lá, com a palavra... A Nutricionista!
Este
material foi elaborado para vocês, mamães, no intuito de auxiliá-las com
orientações sobre a promoção da alimentação saudável de seus bebês. Nesta fase,
são bastante comuns as dúvidas, dificuldades, receios e ansiedades das mães.
Segundo o Ministério da Saúde, recomenda-se
aleitamento materno exclusivo até o 6º mês, ou seja, sem oferecer água, chás ou
qualquer outro alimento. A partir daí, o organismo do bebê já está se
preparando para receber outros alimentos, os chamados alimentos
“complementares”. E se ainda esses são preparados exclusivamente para a
criança, são chamados “alimentos de transição”.
Lembrando que a alimentação
complementar, como próprio nome diz, deve complementar a oferta do leite
materno e não o substituir. Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve
continuar a mamar no peito até os 2 anos ou mais. Pois o leite materno continua
alimentando a criança e protegendo-a contra doenças.
A introdução de alimentos
complementares para crianças amamentadas deve iniciar aos 6 meses, de forma
lenta e gradual, e ainda requer calma, paciência e determinação da mamãe. Já
aquelas crianças que não são mais amamentadas, e recebem fórmulas lácteas, a
recomendação geral é iniciar a introdução dos novos alimentos aos 4 meses,
porém muitos desses casos requerem atenção individualizada.
Apesar de o processo ser natural,
algumas crianças podem apresentar resistência, já outras se adaptam facilmente.
Entretanto a primeira recusa não significa rejeição. Devemos oferecer várias
vezes, buscando outras formas para ofertar o mesmo alimento.
Com a introdução dos alimentos de
transição, torna-se necessário que nos intervalos a criança receba água
(tratada, filtrada e fervida).
Para iniciar as ofertas, no caso das
crianças amamentadas, devemos oferecer papinhas três vezes ao dia (papa de
fruta, papa salgada e papa de fruta), pois contribuem com o fornecimento de
energia, proteína e micronutrientes, além de preparar a criança para a formação
dos hábitos alimentares saudáveis no futuro. Ao completar 7 meses deve ser
acrescentado ao esquema alimentar a 2ª papa salgada.
·
Esquema para introdução dos alimentos complementares para crianças amamentadas
O esquema para crianças já desmamadas, em geral, deve ser diferencial:
·
Esquema para introdução dos alimentos complementares para crianças desmamadas
A papa salgada deve conter um
alimento do grupo dos cereais ou tubérculos, um dos legumes e verduras, um do
grupo dos alimentos de origem animal (frango, boi, peixe, miúdos, ovo) e um das
leguminosas (feijão, soja, lentilha, grão de bico).
No início os alimentos oferecidos à
criança devem ser preparados especialmente para ela. Cozinhando apenas para
amaciá-los, devendo sobrar pouca água na panela. Depois de cozidos, amasse-os
com o garfo, deixando com aspecto pastoso (papa/purê). A utilização do liquidificador
e da peneira não é recomendada porque a criança está aprendendo a distinguir a consistência,
sabores e cores dos novos alimentos. Dessa forma devemos oferecer cada alimento
separadamente no prato. Além do que, os alimentos liquidificados não vão estimular
o ato da mastigação.
A partir dos 8 meses de idade a
criança já pode receber gradativamente os alimentos preparados para a família,
desde que sem temperos picantes, sem alimentos industrializados, com pouco sal
e oferecidos amassados, desfiados, triturados ou picados em pequenos pedaços.
Para finalizar, lembro ainda que o
bebê deve receber alimentos quando demonstrar fome. Todavia horários rígidos
para a oferta de alimentos prejudicam a capacidade da criança de distinguir a
sensação de fome e de estar satisfeito após a refeição. No entanto, é
importante que o intervalo entre as refeições seja regular (2 a 3 horas).
Atenção: Esta publicação tem caráter de orientação, não substituindo consulta
presencial com profissional. Nesta, a criança pode ser avaliada
individualmente, respeitando suas preferências e características particulares.
Referências:
Brasil.
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Saúde da criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação
complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento
de Atenção Básica. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2009. 112 p. :
il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 23).
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